A Startup está no mercado com o conceito de uma empresa emergente, onde muitos empreendedores estão transformando seus sonhos em ideias inovadoras e diferenciadas.
Assim como a inovação disruptiva, o crescimento acelerado e escalável são algumas características de uma Startup.
Ao desenhar uma Startup de sucesso, avalie as suas paixões, suas habilidades, seus talentos e suas competências, com esses rabiscos, você já estará no meio do caminho.
O Governo Brasileiro, percebendo a enxurrada de Startups no Brasil e o impacto que esse novo modelo de negócio está causando na sociedade empresarial, estuda constantemente medidas para atender esse novo negócio.
Em decorrência deste estudo, acelerou os passos e instituiu o Inova Simples, um regime de tributação que atende a Startup com uma tributação específica e simples, sendo o parceiro daqueles empreendedores que querem arriscar e entrar neste mercado competitivo com um conceito de produto inovador.
Olha o que diz o art 65 – A § 1º da Lei Complementar 167/2019:
“Para os fins dessa Lei Complementar, considera-se startup a empresa de caráter inovador que visa aperfeiçoar sistemas, métodos ou modelos de negócio, de produção de serviços ou de produtos, os quais, quando já existentes, caracterizam startups de natureza incremental, ou, quando relacionados à criação de algo totalmente novo, caracterizam startups de natureza disruptiva”
Esse trecho da legislação do Inova Simples define que o conceito sobre inovação está ligado com o modelo de uma Startup, ou seja, de incrementar uma metodologia com característica disruptiva, aquela que quebra os paradigmas existentes no mercado.
Com um bloco de rascunho, identifique quais são os diferenciais de inovação da sua Startup:
Com esses insights, você pode rabiscar a estrutura da sua Startup de sucesso.
É desafiador investir em um mercado onde já existe produto ou serviço igual ao seu, não é mesmo?
Então, mostre qual a sua inovação e o porquê você veio para ficar nesse mercado.
E lembre-se, o próximo Unicórnio pode ser o seu! Conte com a ajuda de nossos especialistas e sua Startup será um sucesso.
Fonte: Abrir Empresa Simples
]]>O mundo inteiro está passando por uma crise profunda, advinda do contexto da pandemia de COVID-19, que fez muita gente fechar as portas de seus negócios, por motivo de falência.
Muitos empresários do ramo do comércio, inclusive, tiveram pedidos de empréstimo negados, e isso foi determinante para que eles não pudessem cumprir com todas as suas obrigações.
Porém, existe uma luz no fim do túnel que boa parte dos gestores não chegaram a consideram: a recuperação judicial.
E esse é o tema do nosso artigo de hoje, que vamos explicar para você sobre quem pode pedir e quando solicitar a recuperação judicial.
Vamos lá!
Como já falamos anteriormente, essa é a medida a ser tomada em último caso – realmente como uma luz no fim do túnel que pode reverter uma situação completamente adversa a respeito das finanças do seu comércio.
Através do pedido de recuperação judicial, você tem uma última cartada para evitar a falência do seu negócio e, como o próprio nome já diz, recuperar as atividades do seu comércio.
Com isso, você evita:
Esse pedido precisa ser muito bem elaborado, principalmente mostrando a sua boa-fé em regularizar todas as pendências do seu comércio, através de um plano que ateste que você tem condições de recuperar o seu negócio e cumprir com todas as suas dívidas, mesmo com todas as dificuldades.
O pedido de recuperação judicial é feito através do judiciário, onde você deve estar munido de toda documentação do seu comércio, inclusive priorizando os dados contábeis, que podem comprovar a real situação que o seu comércio está atravessando.
Lembra do plano de recuperação que falamos no tópico anterior?
Ele é muito importante para que você possa demonstrar a sua boa vontade em sanar todas as pendências e reerguer o seu negócio.
Para ter direito, o empresário precisa:
Bom, como já falamos, esse pedido deve ser feito quando, realmente, o seu comércio estiver à beira da falência.
Como o juiz terá acesso a toda a contabilidade do seu negócio, ele irá constatar a veracidade da sua situação, para poder conceder o que você pleiteia.
Portanto, pedir uma recuperação judicial, não estando passando por uma situação próxima à falência, será perda de tempo.
Ninguém deseja passar por uma situação como essa, mas a verdade é que, mesmo quando não existia um cenário de pandemia, alguns gestores já atuavam de forma a não priorizar a contabilidade em seus negócios, desde o momento da abertura da empresa.
Porém, se você ama o que faz e o seu comércio é o seu ganha-pão, conte sempre conosco para que as suas finanças estejam sempre em dia e muito bem organizadas.
Fonte: Abrir Um Negócio Lucrativo
]]>Com taxas de juros mais baixas, devido aos cortes provocados pela pandemia de coronavírus, investidores vão ter de escolher onde aplicar o seu dinheiro.
Para Rony Meisler, CEO da Reserva, muita gente está buscando oportunidades, e, por isso, “nasce uma estrada perfeita para o empreendedorismo no Brasil.” Meisler, assim como diversos empresários do varejo, esperam que esse empreendedorismo se converta em novas franquias.
De fato, abrir uma franquia representa um risco menor do que se aventurar sozinho na abertura de uma loja. Com o apoio de uma empresa já estabelecida no mercado, que possui uma base de clientes e processos definidos, além de uma marca forte, empreender fica mais fácil. E, com a crise e a quantidade de descontos no mercado, está mais barato abrir uma franquia.
Os candidatos a empresários, no entanto, precisam levar em conta fatores como a diminuição do consumo e da renda durante a crise antes de assinar um contrato.
O tempo da pandemia serviu para mostrar aos franqueados que o sonho não é tão bonito quanto muitos vendem. O faturamento médio do setor de franquias caiu 30,1% em junho – enquanto o varejo, medido pelo Índice Cielo do Varejo Ampliado, reduziu cerca de 24%.
A situação ainda não é boa, porém tem melhorado em comparação aos últimos meses. Em maio, a queda nas vendas foi de 41%, enquanto em abril, o pior de todos, a redução foi de 48,2%. Os dados são da Associação Brasileira de Franchising (ABF).
“Eu vejo uma recuperação do setor de franchising. Cada mês que passa, com as reaberturas, vamos conseguir recuperar o faturamento”, diz o presidente da ABF, André Friedheim.
Mesmo na crise, abrir uma franquia tem as suas vantagens. A principal delas é o apoio das franqueadoras em todas as áreas da operação, da abertura do negócio às operações do dia a dia.
Essa relação de “pai e filho” faz das franquias um bom tipo de investimento, mesmo no meio de uma crise. Pelo menos é o que dizem representantes do setor – e é bom destacar que existem bons e maus franqueadores (como existem bons e maus franqueados).
“O franqueado nunca se sentiu tão perto da franqueadora. Se estivessem sozinhos nesse momento, os empresários teriam muito mais dificuldade”, diz Adir Ribeiro, especialista em gestão estratégica do Franchising e CEO da consultoria Praxis Business.
Como o momento é de recuperação na maioria dos setores da economia, negociar ficou mais fácil. As franqueadoras que ainda pensam em expandir suas operações precisam oferecer benefícios a quem
Entram nos pacotes benefícios como redução das taxas de franquia – valor pago pelos franqueados após a assinatura do contrato pelo uso da marca da empresa –, descontos no primeiro estoque e conversão das taxas iniciais em investimentos em marketing digital para as novas operações.
Além da negociação com as franqueadoras, outros fatores ajudam a enxugar os custos iniciais para abrir uma franquia. As empresas conseguem melhores condições com as gestoras de shopping centers, espaços comerciais e outros fornecedores que tiveram seus negócios impactados pelo isolamento social e agora tentam retomar o faturamento pré-crise.
Contudo, o que os potenciais franqueados poderiam economizar na abertura dos negócios pode ser visto como compensação pelo baixo nível de faturamento que vão enfrentar até que o desemprego diminua e os consumidores estejam mais confiantes para gastar.
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), que mostra a sensação do consumidor em relação à sua situação econômica e a do país, chegou a 71,1 pontos em junho. A escala vai de zero a 200. O índice abaixo de 100 mostra pessimismo.
A pesquisa da ABF, mostrou que 31,4% dos empresários do setor esperam retomada dos níveis de faturamento pré-crise somente no primeiro trimestre de 2021.
Por outro lado, as franqueadoras querem atrair os investidores e afastar a possibilidade de ter em suas redes “franqueados ruins”. Ana Paula Tozzi afirma que, durante a crise, viu franqueados investindo na estrutura de seus negócios para “diminuir o risco de ter um franqueado ruim”. Essas empresas investiram para oferecer aos franqueados treinamentos melhores.
Isso mostra que as franqueadoras não estão preocupadas apenas em crescer. Manter um padrão de qualidade ganhou ainda mais importância num contexto onde o consumidor não quer arriscar e recorre às marcas em que já confia. “Modelos mais enxutos vão prosperar, agora não há mais espaço para gordura”, diz Adir Ribeiro.
De fato, abrir uma franquia está mais barato diante do montante de descontos por aí. Mas não é preciso ser especialista em economia para saber que preços baixos significam demanda menor. Portanto, o investidor tem sim boas oportunidades nesse setor quando o assunto é custo, mas precisa calcular se consegue aguentar meses com faturamento abaixo do normal. Ou seja, é preciso pensar como um investimento de longo prazo.
Esse é um movimento que pode ser interessante para quem já planejava empreender antes da crise, o que (provavelmente) significa que essa pessoa guardou dinheiro e se preparou para esse investimento. Quem está nesse grupo consegue preços mais baixos e tem uma reserva para resistir à redução do consumo.
Fonte: Contábeis
]]>Dicas Simples
Ter Um Negócio É Desafiador, E Isso É Inerente A Sua Atividade… Por Isso, Viemos Te Trazer Um Guia Do Empreendedor Pensado Para Evitar Sua Falência E Ainda Ajudar Seu Negócio A Lucrar Mais
Empreender não é fácil, e quando falamos do Brasil, parece que a tarefa ganha por si só uma complicação a mais…
Contudo, você não pode parar diante de tantos desafios.
Mas, muitas vezes, sabemos que é como se todas as situações te fizessem parar, mesmo que você não queira e que isso signifique a definitiva falência do seu negócio.
Por isso, estar preparado para tudo acaba sendo sua maior necessidade…
Porém, nós nunca estamos preparados para tudo, não é?!
E é por isso que decidimos apresentar um Guia Do Empreendedor pensado para que você gere mais lucros e fique de fora da tão temida linha da falência.
Infelizmente, muitos empreendedores procuram fórmulas mágicas para gerar lucros mais rápidos.
Contudo, a verdade é que o melhor caminho para o seu negócio é ir analisando seus setores, um ponto por vez.
Ou seja, o primeiro passo para evitar a falência é justamente conhecer o seu negócio.
E analise sua gestão de negócio, tente listar onde deve melhorar e, principalmente, pense em como sua liderança deve influenciar seus colaboradores, com isso, será mais fácil de você entender onde pode aperfeiçoar seu modo de gestão.
Alguns erros são comuns e podem ser mortais, e não separar suas contas pessoais das contas da empresa é um caminho sem volta que pode gerar muita dor de cabeça.
Além disso, misturar contas pessoais com as contas jurídicas tirará a visão real que você precisa ter sobre os lucros do seu negócio.
Isso ajuda não só a diminuir sua margem de lucro, como, também, mascara suas necessidades de investimento e o próprio controle do seu negócio.
É primordial entender que, de nada adianta separar as contas se seu negócio não possui um controle fiel de todas as contas, algo que precisa incluir despesas, rendimentos e todas as entradas e saídas, por menores que possam parecer.
Com isso, o controle de contas ficará organizado de modo a diminuir possíveis erros e diferenças que poderiam acabar sendo encobertas por registros que não acompanhavam todas as movimentações da sua empresa.
Fomentar o básico da sua empresa e entender a melhor forma de gerenciar seu negócio é algo primordial para o seu sucesso.
Nesse sentido, manter uma organização contábil tem igual ou maior importância do que seu conhecimento sobre a sua gestão.
E por isso, é importante que você seja sempre assessorado por uma empresa que entenda as suas necessidades e que consiga dar uma posição promissora sobre suas condições no mercado.
Quer mais dicas de como melhorar seu negócio de maneira descomplicada?
Fique sempre ligado no nosso blog!
Fonte: Abrir Empresa Simples
]]>A Intuit QuickBooks, fintech americana que desenvolve soluções de gestão financeira para pequenas empresas e empresas de contabilidade promove, a partir deste mês, a campanha “QuickBooks – Histórias de Contadores”, que tem como objetivo inspirar empreendedores a olharem de uma forma diferente para seus contadores e para a gestão financeira de suas empresas.
Criada pela iD/TBWA e produzida pela O2 Filmes, a campanha conta com a participação do ator e humorista Fabio Porchat.
O motivo pela escolha foi o engajamento do ator com a crise vivida por empreendedores com a pandemia da COVID-19, que cedeu suas redes sociais para dar visibilidade a pequenas empresas, e também com o desejo da Intuit de desmistificar a percepção que as PMEs têm sobre os contadores.
Davi Viana, Head de Vendas & Marketing da Intuit, explica que sempre existiu um descompasso na troca de informações entre empreendedores e seus contadores.
“Geralmente, a relação dos contadores com os seus clientes envolve pedir documentos todos os meses e depois enviar impostos para eles pagarem. Com isso, muitos empreendedores não enxergam o real potencial de uma parceria com seus contadores.
A partir do momento que ambos trabalham integrados, usam tecnologia para facilitar a troca de documentos, o contador passa a acompanhar as transações financeiras dos seus clientes em tempo real e consegue agir de forma mais estratégica, auxiliando-os na tomada de decisão”, comenta.
Fonte: Jornal Contábil
]]>O governo federal publicou, nesta terça-feira (14), um decreto que autoriza empresas a recontratarem, antes do prazo de 90 dias, funcionários demitidos sem justa causa durante a pandemia do novo coronavírus. A prática era proibida até então. A medida, publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), valerá enquanto durar o período de calamidade pública da pandemia.
Com o acordo coletivo, as empresas podem, por exemplo, recontratar os funcionários com salários mais baixos.
“O legislador, muito atento, trouxe essa possibilidade de recontratação, respeitando os termos anteriores. Como não há possibilidade de diminuição de salário direto, então poderia haver esse risco, da pessoa ser demitida e, na sequência, ser readmitida com um salário menor”, explicou o advogado trabalhista Ângelo Delcaro.
Outra alteração importante é que empregadores que suspenderam contratos de trabalho por 90 dias podem prorrogar a suspensão por mais um mês. Com isso, a suspensão pode chegar a 120 dias. Em contrapartida, os empregados, quando voltarem ao trabalho, terão a garantia de que não serão demitidos pelo mesmo período em que tiveram seus contratos suspensos.
Já os colaboradores que tiveram redução da jornada de trabalho e do salário também podem ter essa alteração no contrato estendida por mais 30 dias.
“Ele tem que considerar o prazo que já foi utilizado anteriormente, por exemplo, na medida provisória. Vamos exemplificar: se um empregador já utilizou 90 dias de suspensão de contrato de trabalho, ele pode usar mais 30, que completará 120 dias. Então o empregador tem que calcular qual o prazo que ele ainda tem de suspensão ou de diminuição de carga horária e também diminuição de salário”, ressaltou o advogado.
Oportunidade
As novas mudanças, anunciadas nesta terça-feira, reacenderam a esperança de quem ficou desempregado durante a pandemia. É o caso de Ruth Oliveira, que perdeu o emprego em uma fábrica de uniformes escolares, em Vila Velha, no mês de abril. Junto com ela, mais de dez colegas foram dispensados.
Hoje em dia, Ruth faz bolos em casa para vender. No entanto, o que ela queria mesmo era voltar ao mercado de trabalho.
“Eu trabalhava no pólo industrial de Santa Inês, em uma fábrica de uniformes escolares. Através de um curso de confeitaria básica e doces finos, eu venho ganhando a minha renda atual. Espero, futuramente, voltar para o mercado de trabalho”, afirmou.
Para Ruth, a alteração significa uma nova chance de se recolocar no mercado.
“Tanto para o pólo industrial ou até mesmo se tiver uma oportunidade de permanecer na confeitaria”, frisou.
Fonte: Folha Vitória
Há coisas que, de tão comuns em nosso dia a dia, acabamos esquecendo sobre sua importância…
Quantas vezes você deixou de beber água por simplesmente esquecer, do mesmo modo, você consegue parar e analisar se tem respirado corretamente?
Pois é, muitas de nossas necessidades vitais passam despercebidas no meio de nossa rotina sempre muito atribulada, contudo, há necessidades que mesmo a nossa volta acabamos ignorando.
E a transformação digital pode ser uma delas…
Quantas vezes você perdeu a noção do tempo gasto no seu celular assistindo coisas que comeram mais do que o dobro do tempo que achava ter disponível?
Pois é, assim como necessidades primordiais ligadas a nossa natureza, a tecnologia está atrelada quase que automaticamente ao nosso dia a dia
E, por isso, ela precisa ser considerada também no seu negócio, em momentos de crise onde não conseguimos precisar o andamento do mercado e da economia, é a transformação digital que guiará sua empresa para melhores condições.
Antes de mais nada, você sabe que empreender exige muitas vezes que façamos investimentos visando apenas o ganho a longo prazo, contudo, se engana quem acha que automação digital entra nessa situação.
No caso da tecnologia, o investimento pode ter um retorno muitas vezes quase que automático, e, quando não “automático”, isso ocorre em bem menos tempo do que pensamentos a médio prazo.
Por exemplo: você já considerou buscar por soluções que tenham a finalidade de aumentar a sua produtividade utilizando o seu atual número de colaboradores?
Ou então, poder digitalizar diversos documentos contábeis que precisa guardar por um determinado tempo e tê-los disponíveis sempre que necessitar e sem perder tempo em buscas infindáveis?
Pense bem, nesse caso o seu ganho seria duplo, teria mais espaço físico (que poderia ser destinado para outras necessidades, ou mesmo uma futura expansão), e sua equipe teria um controle maior sobre suas condições financeiras sem perder muito tempo.
Continuando o tópico anterior, ao passo que a automação tecnológica te possibilita dois ganhos visíveis, há outros benefícios que você pode não se dar conta no início, mas que tendem a aumentar a potência sobre o controle do seu negócio, assim como melhorar a possibilidade de redução de custos ao todo do seu negócio.
Alguns dos benefícios são:
Ou seja, mesmo que os ventos possam não parecer bons, o olhar atento para as possibilidades de automação tecnológica na sua empresa podem fazer com que um momento de crise seja uma oportunidade de melhorar seu negócio e se, não tiver o que é preciso para crescer neste momento, consiga se preparar para expandir sua atuação com mais segurança sobre a qualidade da sua empresa e conformidade dos seus lucros.
E para isso, estamos aqui para te ajudar a tornar a Automação Digital um processo transparente e confiável da sua empresa, a fim de tornar a tecnologia o apoio para o seu futuro vencedor.
Entre em contato, vamos conversar sobre as suas necessidades.
Fonte: Abrir Empresa Simples
]]>O home office e o cenário de recessão da economia têm levado empresas a revisarem planos de negócios e também o tamanho das áreas ocupadas com escritórios.
Com a crise da pandemia de coronavírus, a perspectiva do mercado é de aumento do número imóveis corporativos vazios, após 3 anos de reaquecimento do setor.
A consultoria imobiliária JLL estima que, na cidade de São Paulo, o percentual de imóveis comerciais de alto padrão vagos, que encerrou o 1º trimestre em 19,3%, poderá chegar a 23% no final do ano.
Já a taxa de disponibilidade, que inclui os espaços ociosos mas que ainda dependem de cumprimento de aviso prévio e de desmobilização para ficarem vazios, deverá saltar para 26,8%.
Confirmada a projeção, o percentual de imóveis “sobrando” no mercado poderá superar a taxa observada no final de 2016, no início da última recessão.
“Conversando com os nossos clientes, existe uma percepção das empresas que talvez não seja necessário ter tanto espaço assim e muitos estão num momento de análise e já têm planos para devolver algumas lajes”, afirma Monica Lee, diretora do segmento de escritórios da JLL, em entrevista ao G1.
O enxugamento de parte dos escritórios, entretanto, só deverá ser mais visível daqui mais alguns meses e em 2021, segundo Monica, uma vez que os contratos de aluguel de grandes lajes e nos pontos mais valorizados da cidade são fechados a longo prazo, com cláusulas rígidas e multas para devoluções.
Também influencia o tempo de aviso prévio e de desmontagem ou reconfiguração dos espaços alugados.
Além do enxugamento de muitas operações, outros fatores que devem contribuir para o aumento desocupação de prédios de escritórios é a postergação de locações que estavam previstas para acontecer ao longo deste ano, além da inauguração de novas torres.
Fonte: Contábeis
Ter essas informações em mãos é essencial para planejar os próximos passos e conseguir melhorar a rentabilidade do negócio.
Apesar dessa importância, a missão não é das mais fáceis: poucos empresários conseguem identificar os gastos considerados desnecessários no dia a dia.
Um aliado importante nessa tarefa é justamente a transformação digital. Por meio dela, as organizações não apenas se adequam a novos processos, mas conseguem ter mais transparência em suas despesas.
A Pesquisa Global de Redução de Custos, realizada pela consultoria Deloitte, indica a dificuldade das empresas de adotarem práticas que controlem seus custos operacionais.
No Brasil, quase três quartos das organizações (73%) admitiram que não conseguiram cumprir suas metas no último ano – esse índice é ainda maior na média global (81%).
A principal barreira enfrentada pelas companhias brasileiras e mundiais é a falta de gerenciamento de desafios para implementar as iniciativas (71% no Brasil e 65% global).
Isto é, a falta de uma visão eficiente e automatizada na gestão.
Ainda que a transformação digital seja a expressão da moda no ambiente corporativo, sua utilização está mais relacionada à automação de processos do que à estratégia de redução de despesas.
Contudo, o que muitos profissionais ignoram, é que justamente essa digitalização e a entrada de novas tecnologias no dia a dia trazem mais transparência em todas as tarefas e ações das equipes.
Ou seja, o cruzamento de todas as informações coletadas pelas soluções permitem análises mais completas por parte dos gestores, identificando onde há gastos mais elevados e facilitando a tomada de decisão.
Uma boa gestão das despesas deve separar o que são gastos supérfluos e que podem ser otimizados de investimentos que, quando bem executados, permitem a consolidação da empresa em seu segmento.
Custos com impressão e gerenciamento de documentos, por exemplo, podem ser reduzidos com o apoio de empresas parceiras, potencializando a produtividade dos colaboradores.
Evidentemente, isso não acontece como um passe de mágica e tampouco é algo natural que acompanha a implementação das soluções tecnológicas.
A própria empresa precisa estar pronta para conseguir garantir que a digitalização traga uma visão mais clara sobre a gestão das despesas.
A principal medida deve envolver uma mudança na própria cultura organizacional, com os profissionais extraindo informações inteligentes dos processos.
Além disso, é algo que deve envolver todas as equipes e não apenas um determinado departamento.
A transformação digital é um caminho sem volta para todas as empresas, mas o conceito vai muito além da digitalização e adoção de novas tecnologias.
Sem a estratégia de reduzir custos e aumentar a rentabilidade do negócio, não apresenta nenhum valor ao negócio e tampouco facilita o crescimento a médio e longo prazo.
Para que esse objetivo se concretize, é preciso garantir que a missão seja cumprida à risca, isto é, que os profissionais sejam capazes de enxergar todas as despesas e identifiquem quais gastos podem ser cortados sem afetar o dia a dia de todos.
Fonte: Jornal Contábil
]]>Equilibrar orçamentos é algo que toda empresa encontra dificuldade.
Momentos de crise ou volatilidade do mercado podem trazer ainda mais instabilidade ao seu negócio. Por isso, saber como evitar altas perdas financeiras torna-se uma estratégia pura de sobrevivência do seu negócio.
Sabemos que a maioria das empresas fecha suas portas antes de completar um ano e, segundo pesquisa recente do SEBRAE, cerca de 50% dos empresários do Brasil não sabem dizer se possuem mais lucros ou prejuízos, o que escancara alguns problemas na administração desses negócios.
Não existe gestão de negócios efetiva se não há conhecimento sobre o negócio, isso influencia na quantidade de perdas financeiras, mas, também, irá indicar se seu negócio tem o que é preciso para passar pelo período de “experiência” – que são os primeiros meses.
Para evitar perdas ou desconhecimento sobre o que é lucro e o que é dividendo, conhecer sua atividade e quais métodos sua empresa tem escolhido para se manter ativa é primordial para manter a competitividade sadia do seu negócio.
É comum adotarmos estratégias que outras empresas dizem que foi a melhor solução para tal problema, porém, mais do sair adotando práticas sem análise, é importante que você examine cada conduta de acordo com a sua forma de trabalhar, visto que não há fórmula mágica para o sucesso e, quando falamos de perdas financeiras, a melhor conduta é estudar o seu negócio antes de colocar em prática qualquer tipo de medida.
A sinergia de uma empresa faz com que seja mais fácil, sendo assim, ter uma gestão eficiente e que consiga cruzar dados de uma maneira efetiva deve ser algo voltado para criar um ambiente propício ao entendimento macro do seu negócio.
Ou seja, ao promover a organização dos departamentos e analisar as condições dentro de suas particularidades, mas, levando em conta a parcela que elas afetam a empresa, as chances de investimentos mal-sucedidos e decisões errôneas se tornam menos recorrentes e, por consequência, o seu negócio ganha mais confiança para com o seu mercado de atuação e seus clientes.
É importante que as metas sejam altas, pois seus sonhos servem de combustível para as metas do futuro, no entanto, estar pronto para possíveis imprevistos ajuda a reduzir danos e evitar que pequenas perdas financeiras se tornem grandes bolas de neve.
Instabilidades são processos comuns em toda gestão, algumas fogem de nosso controle, como condições externas que afetam a economia de uma nação ou mesmo mundial. Mas, para essas, é importante que consiga se adaptar o quanto antes.
Agora, quando o imprevisto for pequeno ou localizado, a recuperação será um processo definido pela organização da sua empresa e regido pelo modo eficiente (ou não) de superar o desafio.
Para evitar gastos imprevisíveis e que podem prejudicar o bom andamento do seu negócio, é importante analisar a recorrência dessas necessidades e onde é possível diminuir ou mesmo prever tais situações.
Para isso, além do controle de caixa, deve ser realizado contabilidade precisa desses gastos e de sua periodicidade, para que, com isso, a situação seja minimizada – caso venha a acontecer novamente.
Muitas empresas ainda possuem receio do apoio tecnológico, porém, as rápidas mudanças de mercado fazem com que a adoção de novas tecnologias de gestão seja algo imprescindível e, além disso, consigam definir a continuidade efetiva de negócios.
Essas opções, muitas vezes, conseguem analisar dados com maior precisão e incidência mínima de erros, liberando, ainda, equipes inteiras para outras atividades de melhor aproveitamento estratégico. Você terá departamentos mais confiantes em suas ações e mais certeza sobre o controle do seu negócio.
Não entender suas perdas financeiras hoje pode ser uma má decisão para o futuro, não espere ser pego de surpresa.
Faça hoje as mudanças, não se coloque em risco.
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Fonte: Abrir Um negócio Lucrativo
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