Em meio a um mercado que se adapta cada vez mais ao “novo normal”, manter um velho costume, como uma conta PJ, pode te livrar de sérios problemas financeiros!
O que mantém a sua empresa viva é o seu capital.
Desse modo, manter uma boa gestão sobre o seu patrimônio é essencial para que seu capital seja preservado e otimizado.
Em outras palavras, quanto menos custos e mais lucros a sua empresa tiver, mais próspera ela será no mercado – independente da crise que enfrente.
Contudo, nós sabemos que o mercado atual lesou seriamente diversos setores e, por isso, manter alguns velhos costumes pode ser o que seu negócio precisa para voltar o foco a essa lógica simples de entender, mas difícil de se aplicar…
Sendo assim, no artigo de hoje, vamos te mostrar a importância de obter uma conta PJ para a sua empresa e como essa simples ação pode salvar o seu negócio de terríveis problemas financeiros…
Para que você possa entender melhor a necessidade de abrir uma conta PJ, vamos a um exemplo bem prático…
Um primo seu pede dinheiro emprestado para você, para completar o tanque na viagem que vocês estão fazendo…
Você não tem esse dinheiro fácil, mas está com seu cartão, da conta onde são depositados os pagamentos dos seus clientes…
Você pensa:
“Não há nada demais em usar esse dinheiro agora, depois eu coloco como despesa no fluxo de caixa!”
E segue viagem!
O tempo passa, nada de atualizar o fluxo de caixa e, quando chega o boleto do Simples Nacional, cadê o dinheiro para pagar o imposto?
A questão principal é: negócios são negócios!
Misturar as coisas só gera confusão e uma falsa sensação de flexibilidade, quando, na verdade, você está amarrando suas finanças em uma bola de problema que só aumenta com o tempo.
Por isso, abrir uma conta PJ, além de separar o que é SEU e o que é da EMPRESA, garante:
Então, agora que já sabemos a importância de abrir uma conta como Pessoa Jurídica, vamos entender como realizar esse processo…
Primeiro, você deve entrar em contato com uma instituição financeira – assim como você faz para abrir uma conta PF.
Você pode optar por bancos mais tradicionais, como:
Ou bancos digitais, como;
Escolhida a melhor opção, você precisará do seu CNPJ e dos seus documentos pessoais para terminar a abertura da conta.
O atendimento, na maioria das vezes, é realizado online, mas dependendo do porte da empresa, pode ser necessário confirmar alguns dados na agência.
As taxas variam muito do porte da empresa, contudo, fique de olho nas entrelinhas, como:
Contudo, saiba que, independente da sua escolha, você pode contar conosco para cuidar das suas finanças e, até mesmo, te ajudar com essa decisão!
Entre em contato conosco hoje mesmo e abra sua conta PJ!
Fonte: Abrir Um Negócio Lucrativo
]]>O plano de recuperação judicial da empresa cujos requisitos estão presentes nos artigos 53 e seguintes da Lei n.11.101/2005 é peça essencial apresentada pelo devedor em juízo no prazo improrrogável de 60 (sessenta) dias da publicação da decisão que deferir o processamento da recuperação judicial.
Quando apresentado em Juízo, o plano de recuperação deverá conter:
1–discriminação pormenorizada dos meios de recuperação a serem empregados, conforme o art. 50 da Lei 11.101/2005, e seu resumo;
2– demonstração de sua viabilidade econômica; e
3 – laudo econômico-financeiro e de avaliação dos bens e ativos do devedor, subscrito por profissional legalmente habilitado ou empresa especializada.
O plano de recuperação judicial não poderá prever prazo superior a 1 (um) ano para pagamento dos créditos derivados da legislação do trabalho ou decorrentes de acidentes de trabalho vencidos até a data do pedido de recuperação judicial.
Além disso, não poderá prever prazo superior a 30 (trinta) dias para o pagamento, até o limite de 5 (cinco) salários-mínimos por trabalhador, dos créditos de natureza estritamente salarial vencidos nos 3 (três) meses anteriores ao pedido de recuperação judicial.
Uma vez confeccionado, a publicidade do plano se dará por ordem judicial da publicação de edital contendo aviso aos credores sobre o recebimento do plano de recuperação e fixando o prazo para a manifestação de eventuais objeções, observado o art. 55 da Lei 11.101/2005.
Se, na data da publicação da relação dos credores habilitados para a manifestação em relação ao plano de recuperação judicial, não tenha sido publicado o aviso aos mesmos sobre o plano apresentado pelo devedor, o prazo de publicação contará deste o prazo para as objeções advindas dos credores.
Inclusive, no que concerne aos credores, qualquer deles poderá manifestar ao juiz sua objeção ao plano de recuperação judicial no prazo de 30 (trinta) dias contado da publicação da relação de credores.
Caso um ou mais de um credor apresente objeção ao plano de recuperação judicial, o juiz convocará a assembleia geral de credores para deliberar sobre o plano de recuperação.
Neste momento, o plano poderá sofrer alterações, desde que haja expressa concordância do devedor e em termos que não impliquem diminuição dos direitos exclusivamente dos credores ausentes.
Se rejeitado o plano de recuperação pela assembleia geral de credores, o juiz decretará a falência do devedor.
Entretanto, se aprovado o plano, sua juntada aos autos se dará pela assembleia geral de credores. Não ocorrendo a referida juntada, decorrido o prazo de 30 (trinta) dias sem objeção de credores, o devedor apresentará certidões negativas de débitos tributários nos termos dos artigos 151,205, 206[1], do Código Tributário Nacional.
[1] Art. 151. Suspendem a exigibilidade do crédito tributário:
I — moratória;
II — o depósito do seu montante integral;
III — as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo;
IV — a concessão de medida liminar em mandado de segurança.
V – a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras espécies de ação judicial;
VI – o parcelamento.
Parágrafo único. O disposto neste artigo não dispensa o cumprimento das obrigações assessórios dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso, ou dela conseqüentes.
Art. 205. A lei poderá exigir que a prova da quitação de determinado tributo, quando exigível, seja feita por certidão negativa, expedida à vista de requerimento do interessado, que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa, domicílio fiscal e ramo de negócio ou atividade e indique o período a que se refere o pedido.
Parágrafo único. A certidão negativa será sempre expedida nos termos em que tenha sido requerida e será fornecida dentro de 10 (dez) dias da data da entrada do requerimento na repartição.
Art. 206. Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a existência de créditos não vencidos, em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora, ou cuja exigibilidade esteja suspensa.
Cumpridas as exigências da Lei de Recuperação Empresarial, o juiz concederá a recuperação judicial do devedor cujo plano não tenha sofrido objeção pelo credor ou tenha sido aprovado pela assembleia geral de credores.
Há ainda, a possibilidade do juiz conceder a recuperação judicial com base em plano que não obteve aprovação na forma do artigo 45 da Lei de Recuperação Empresarial, desde que, na mesma assembleia, tenha obtido, de forma cumulativa:
a) o voto favorável de credores que representem mais da metade dovalor de todos os créditos presentes à assembleia, independentemente de classes;
b) a aprovação de 2 (duas) das classes de credores ou, caso haja somente 2 (duas) classes com credores votantes, a aprovação de pelo menos 1 (uma) delas;
c) na classe que o houver rejeitado, o voto favorável de mais de 1/3 (um terço) dos credores, computados da seguinte forma, o que a proposta deverá ser aprovada por credores que representem mais da metade do valor total dos créditos presentes à assembleia e, cumulativamente, pela maioria simples dos credores presentes, e em relação a classe dos titulares de créditos trabalhistas e acidentes de trabalho, o que a proposta deverá ser aprovada pela maioria simples dos credores presentes, independentemente do valor de seu crédito.
A recuperação judicial somente poderá ser concedida se o plano não implicar tratamento diferenciado entre os credores da classe que o houver rejeitado.
Após o período de 2 (dois) anos, no caso de descumprimento de qualquer obrigação prevista no plano de recuperação judicial, qualquer credor poderá requerer a execução específica ou a falência com base no art. 94 da Lei n. 11.101/2005.
Fonte: Jornal Contabil
]]>Períodos de dificuldade chegaram para os empreendimentos, e sabemos que muitas pessoas fecharão as portas por não saber o que fazer…
Mas, afinal, há o que fazer em meio à crise econômica atual?
De fato, não podemos dizer que a crise não estava rondando os empreendedores, pois, antes do estopim com a pandemia, muitos problemas já estavam prejudicando os negócios de todo o mundo.
Contudo, há sim o que fazer – e ainda não é tarde para ninguém, muito menos para você!
Hoje, o nosso artigo é destinado a ajudar todos os que estão passando por dificuldades, mas não conseguem ver uma saída para essa situação.
O seu empreendimento irá sobreviver! Venha com a gente e descubra o que é um planejamento tributário e como realizá-lo será benéfico para a permanência de sua empresa no mercado!
E então, vamos lá? Boa leitura!
O planejamento tributário é uma análise, geralmente, feita por profissionais da área contábil, que faz um levantamento de aspectos sobre os diversos tributos e suas especificidades, e como eles são aplicados na sua empresa.
Assim, é possível enxergar com clareza como o seu negócio está pagando seus impostos e, portanto, analisar se existem opções mais viáveis – e menos custosas – para economizar com os pagamentos ao Fisco.
De fato, a crise chegou para todas as áreas da economia e, se quiser diminuir ao máximo os impactos dela no seu negócio, precisa saber como um planejamento tributário pode te ajudar.
Como falamos no tópico anterior, esse plano é muito indicado para reduzir impostos diversos e, inclusive, é possível que você encontre tributos pagos a mais ao Governo!
Ou seja, são duas alternativas para a sua empresa encontrar meios de sobreviver aos desafios do cenário atual para contar sua história posteriormente, mantendo-se ativa.
Portanto, com um planejamento tributário eficiente, é possível diminuir a incidência de impostos, economizando com as despesas, e ainda verificar a possibilidade de ressarcimento de pagamento indevido ao Governo – também conhecido como recuperação de crédito tributário.
Muitas vezes, é difícil enxergar as melhores possibilidades que estão disponíveis para um empreendimento, ainda mais em meio a uma crise, pois tudo fica muito mais complicado do que era antes.
Então, para que o seu negócio sobreviva ao período de desavenças que vem assolando o mundo econômico, é preciso de um planejamento tributário feito por quem entende do assunto e, assim, mostre as soluções mais vantajosas para o seu caso.
Sendo assim, a ajuda de contadores é imprescindível, pois esses profissionais são capazes de analisar a sua empresa e conciliar todos os aspectos contábeis, fiscais e financeiros que você precisa levar em conta para, dessa forma, apresentar muito mais que dados, mas a saída para sobreviver à crise.
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Fonte: Abrir Empresa Simples
]]>Com tantos alertas no mundo sobre a nova pandemia, os empreendimentos ao redor do mundo estão se preocupando sobre o seu futuro.
É claro, se até mesmo grandes empresas sentiram impactos violentos da “ameaça invisível”, qualquer empreendedor se põe em estado de alerta para os prejuízos que virão.
Infelizmente, eles chegarão – e muito em breve.
Portanto, é preciso saber o que se passa no Brasil neste momento, principalmente, no que diz respeito ao cenário econômico.
Sendo assim, hoje vamos falar sobre a pandemia do Coronavírus e como os negócios estão sendo impactados por ela.
E então, vamos lá? Boa leitura!
Bom, não é de hoje que todos sempre falam do mesmo assunto: Coronavírus.
Desde vídeos engraçados na internet até notícias sobre números de mortos, toda a mídia e população se voltou para entender o que está acontecendo.
E, infelizmente, é bem mais sério do que muitos julgavam.
Não, não é apenas mais uma gripe comum, afinal, ela parou países inteiros, e está se mostrando cada dia mais aqui no Brasil.
E quem sentiu o impacto do Coronavírus com expressiva força foram as companhias aéreas, que tiveram o número de passageiros drasticamente reduzido.
E, como foram as primeiras a entrarem em queda, os prejuízos estão progredindo cada vez mais, o que resultou em um pedido de ajuda ao Governo para conseguirem se estabilizar.
Evidentemente, a crise do Coronavírus está afetando – e muito – os pequenos negócios e, por isso, eles são os que mais correm risco de fechar.
Afinal, a maioria depende do comércio local e, com o isolamento social sendo cada vez mais presente, o fluxo de pessoas e a demanda caíram consideravelmente, impactando os micro e pequenos empreendedores.
Sem contar que, os que dependiam da movimentação de grandes negócios, como shoppings e academias, também foram afetados pelas medidas de prevenção à contaminação.
Contudo, é preciso pensar em como você e a sua empresa conseguirão sobreviver à crise que já está presente – e o que nos resta é prevenir ao máximo suas consequências.
De fato, o Coronavírus não trouxe nenhum “lado bom da história”, mas mesmo assim, é preciso lidar com a situação.
Sendo assim, o próprio Governo anunciou que irá ajudar os micro e pequenos empreendedores a se manterem durante o tempo de crise.
Além disso, avaliar a forma de operação é crucial para a sobrevivência do seu empreendimento!
Por exemplo, adotar o home office, quando for viável, é uma medida que une o isolamento social e a continuidade das atividades de uma empresa.
Caso esse não seja seu caso, reavalie os custos do seu negócio e corte pela raiz o que não for mais cabível ou o que irá trazer consequências futuras para suas finanças.
Também, você pode manter sua presença online mais forte, usando as redes sociais e até mesmo se adaptando aos modelos de e-commerce ou de entregas.
Visivelmente, não será fácil para nenhum empreendedor enfrentar a crise do Coronavírus, e tomar as decisões certas em momentos de risco são cruciais para manter a sua saúde e a de seu negócio a salvo.
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Fonte: Abrir empresa Simples
]]>Uma empresa que deseja se firmar no mercado de trabalho não pode se apegar aos mesmos meios de realizar tarefas, senão, com certeza, ela será deixada para trás pelos seus concorrentes.
Afinal, no cenário atual, o que mais vemos é mudança… Ou vai nos dizer que o jeito que você pede comida é colecionando panfletos e ligando de restaurante em restaurante para achar o que te faça salivar, ou que avalia as opções de imóveis para mudar indo em diferentes imobiliárias para analisar os anunciantes em um painel?
Vamos considerar que sua resposta foi um “não” e, se esse for o caso, você entende que quem vive de passado é museu, e a inovação empresarial precisa estar correndo pelas suas veias. Sendo assim, venha conferir a importância que esse conceito representa para o seu empreendimento e como ele pode ser a chave para te colocar em destaque no mercado!
E então, vamos lá? Boa leitura!
Bom, quando pensamos em inovação empresarial, o que logo se passa na mente de qualquer um são ideias mirabolantes, nunca vistas antes.
Sim, é algo que acontece, porém, não é necessário que seja algo inédito, mas que não é comumente visto e praticado pelas outras instituições, então, são um diferencial para você se firmar no mundo dos negócios – e na mente de seu cliente.
Por essa razão, a inovação empresarial não pode ser deixada para depois, pois, se esse for o caso, pode ter toda a certeza que os vencedores irão adotar medidas para inovar seus empreendimentos e, quem não o fizer, será deixado para trás e apagado do mercado.
A inovação empresarial não está apenas em automatizar tudo o que se vê pela frente, mas proporcionar experiências e praticar atitudes que são pouco praticadas em sua área de atuação.
Sendo assim, vamos dar algumas ideias simples de inovação empresarial, mas que fazem a diferença por dentro e por fora de seu empreendimento.
Pensando do ponto de vista de um consumidor, ninguém espera que a empresa que se entra em contato saiba – ou mesmo se importe – sobre suas informações pessoais e preferências que não estão diretamente ligadas com a compra. Sendo assim, demonstrar interesse pelo que a pessoa gosta ou não, tendo um toque de personalização no atendimento do cliente, é um diferencial e tanto para a sua bagagem.
Afinal, imagine ir em uma reunião e, quando chega lá, o seu café preferido será servido? É uma boa sensação, e a pessoa sempre se lembrará disso.
Se sua empresa chegou onde está hoje, não foi um exército de uma pessoa só que conseguiu erguer o seu empreendimento, sendo assim, os seus colaboradores trabalham dia após dia para te ajudar a crescer. Portanto, para estabelecer meios de demonstrar a importância do trabalho de cada um para o todo, providencie modos de recompensá-los pelo trabalho duro.
Bom, apesar de estar presente em nosso dia a dia, o meio ambiente e sua proteção não são comumente assimilados pelos indivíduos, sendo assim, praticar atividades e implementar cuidados com a natureza em meio ao processos do empreendedorismo é muito recomendável não apenas para inovar, mas para cuidar do que é nosso e não se pode recuperar.
Por fim, promover uma boa comunicação entre os funcionários de sua empresa, principalmente os que dependem do trabalho um do outro, é essencial para um melhor andamento dos processos de sua empresa, assim, facilitando o trabalho de todos e evitando eventuais ruídos entre pessoas e departamentos.
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Fonte: Abrir Empresa Simples
]]>A humanidade passa por um processo complexo para conseguir ser capaz de atingir o máximo de sua capacidade, podendo criar tecnologias inovadoras capazes de concretizar o conceito de futuro hoje, e até mesmo inventar novos meios de encantar-se com o que já se conhece.
Esse processo é mais conhecido como o crescimento, e ele não só atinge nossa forma física, nos fazendo passar de bebês a idosos, mas psicológica e intelectual, sendo capazes de expandir nossos mundos e pensar em como criar algo para nós e para o mundo.
Afinal, um empreendedor visa o crescimento, sendo esse o motivo de tantos esforços para concretizar sua empresa. Pois, é de conhecimento de todos, que a prosperidade só é possível se existir uma vontade contínua por não atrelar-se ao presente, mas sim, persistir na tentativa insistente de conquistar o futuro.
Então, se o sucesso é o que está reservado para os dias que virão, as previdências para que isso aconteça precisam ser tomadas agora, a fim de garantir que a vitória não seja apenas um sonho, mas uma consequência de suas atitudes empreendedoras.
Portanto, se você busca um financiamento empresarial para começar ou otimizar sua empresa, venha com a gente, preparamos esse artigo exclusivamente para que você apresse a contagem regressiva para o seu sucesso. Sendo assim, continue lendo e descubra o que te aguarda!
E então, vamos lá? Boa leitura!
O financiamento empresarial é um assunto que pode até assustar quem não conhece muito bem o assunto, porém, precisam de uma forma de começar ou otimizar os seus recursos o mais rápido possível, afinal, o mundo dos negócios nunca foi fácil – porém, a nossa tarefa é facilitar as informações para você!
Dessa forma, o financiamento empresarial diz respeito aos recursos monetários que são disponibilizados para a sua empresa por uma instituição que forneça serviços de financiamento, assim, é possível iniciar ou modernizar um empreendimento.
Eis a pergunta que todos têm em mente quando levanta-se a questão do financiamento empresarial, afinal, ninguém deseja ser coberto por dívidas e juros altíssimos – ainda mais quando se acaba de começar sua vida como empreendedor!
Bom, não é preciso se alarmar agora, afinal, os passos para o sucesso devem ser bem planejados, e desespero não faz parte desse procedimento. Portanto, não há grande segredo na hora de saber o necessário para conseguir o seu financiamento empresarial, o mais importante é saber o que você tem atualmente.
“O que eu tenho atualmente?”
Esta deve ser a dúvida que perpassa sua mente agora, não é mesmo? Porém, não importa a instituição que será eleita para o seu negócio, mas sim, as características da sua empresa que são relevantes para que, com esses apontamentos, sua solicitação seja aceita por uma delas.
Então, uma análise de seus indicadores internos, da viabilidade e do retorno dos processos de otimização que serão realizados e até mesmo do seu plano de negócio torna-se necessário, não só para avaliar a necessidade concreta de um financiamento empresarial, mas como se dá a projeção dos seus lucros após a aprovação do pedido, afinal, não só o seu financiador precisa ter uma garantia de retorno financeiro, como você precisa contemplar se é possível realizar esse procedimento sem adquirir uma dívida sem precedentes de quitação.
Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário e nos diga sua opinião! E se tem alguma dúvida sobre nosso conteúdo ou então deseja contratar nossos serviços, entre em contato conosco, estamos a disposição para sanar todas as suas dúvidas e auxiliar no crescimento de seu empreendimento.
Fonte: Abrir empresa Simples
]]>Muitas vezes o marketing é levado em segundo plano, com a parte de vendas e produção tomando a frente. Isso não está de todo errado, já que trazer dinheiro e atender seus clientes é de suma importância. Mas como você vai vender se ninguém conhece o seu negócio?
É por isso que o mix de marketing precisa ser feito antes mesmo de suas operações começarem. Começando a agir nessa área, você conseguirá elaborar um funil completo de vendas para o seu negócio.
O melhor é que você não precisa ser um guru do marketing para elaborar o seu mix. Para facilitar sua vida, vamos mostrar o que é o mix de marketing e um guia para elaborar a sua estratégia de vendas.
Boa leitura!
Conceituado por alguns dos principais nomes do marketing, o mix de marketing é um conjunto de estratégias controlados pelo empreendedor para gerar o desejo de compra nos consumidores.
Esse mix considera quatro pilares, também conhecidos como os 4 P’s do marketing. Por terem sido desenvolvidos há cerca de 50 anos, existem algumas outras teorias e até mesmo uma espécie de desenrolar dos quatro P’s, expandindo-o para 6 ou 8 P’s.
Não vamos abordar essas variações nesse artigo. O objetivo aqui é simplificar ao máximo o mix de marketing para que, mesmo sem conhecimento prévio, você possa desenvolver um para o seu negócio.
Por isso, esse guia vai mostrar o que são os 4 P’s e que perguntas deve fazer a si mesmo para montar sua própria estratégia. Esses são os 4 passos desse tutorial.
Pegue um caderno ou abra o bloco de notas do seu computador ou celular, anote o que são os 4 P’s e comece já a definir o mix de marketing da sua empresa!
Apesar do nome, nessa estratégia se engloba também serviços que pode prestar. Produto é o primeiro P da estratégia por ser o elemento principal do seu negócio.
O que você vende? É a primeira pergunta que deve fazer quando se está elaborando seu mix de marketing. Porém, não basta dizer que são “chinelos confortáveis” ou “depilação à laser”. Esse é apenas o começo da resposta.
Na definição de produto, deve-se deixar claro, também, como ele atende a uma necessidade, desejo ou dor de um cliente, as situações nas quais o cliente precisará do seu produto e como ele se diferencia de outras opções já disponíveis no mercado.
O que você vai cobrar do seu cliente pela solução que ele precisa. Outro elemento fundamental do seu mix de marketing, você deverá responder às seguintes questões para precificar o produto que definiu no primeiro passo:
Existem divergências sobre a maneira que esse P deve ser chamado. Inclusive, muitas confusões ocorrem quando incluímos o ambiente digital, que não existe fisicamente.
Isso acontece por conta de um erro na tradução de quando o conceito veio para o Brasil. O conceito original, em inglês, se chama Placement, que fica melhor traduzido como posicionamento, e não praça.
Por isso, não pule este P caso tenha um negócio digital. Pelo contrário, no ambiente online, posicionamento é um dos elementos mais importantes.
Aqui, você deverá pesquisar como os clientes normalmente acessam os produtos e serviços que oferece. Com a resposta, deverá ser definido quais ferramentas e canais são os melhores para distribuir o seu produto.
No último P, deverá pesquisar e responder às seguintes questões:
Por meio desse planejamento, estará com seu mix de marketing preparado e a menos um passo de lançar seu negócio próprio e viver o sonho de ser um empreendedor.
Quer saber mais como empreender e planejar novos negócios? Então continue acompanhando os artigos do blog!
Fonte: Abrir empresa simples
]]>Já pensou em descobrir quanto tempo seu cliente passa consumindo seus produtos e, melhor ainda, quanto costuma gastar durante esse tempo?
Pois é exatamente isso que o Lifetime Value – também conhecido pela sigla LTV – permite que faça. O melhor de tudo: calcular o “valor do tempo de vida do cliente” não é complexo!
Antes de mostrarmos como você pode calcular o LTV, vamos discorrer um pouco mais sobre o que ele significa e o que representa; por que é importante que você aprenda a calculá-lo e, para fechar, como realizar o cálculo. Continue a leitura e entenda!
O termo “valor do tempo de vida do cliente” é usado com frequência, mas se trata de uma tradução um tanto simples do termo, chamado Lifetime Value. Para contextualizá-lo melhor, podemos dizer que o objetivo da sigla é descobrir o quanto um cliente contribui para sua empresa e por quanto tempo ele normalmente compra de você.
A métrica é perfeita para responder algumas questões acerca do histórico dos seus clientes, assim como prever seu comportamento. Existem diversos tipos de cálculos e, para começar, vamos te mostrar o mais simples deles ao longo deste artigo.
Além de ser uma das melhores formas para entender seu cliente, há alguns benefícios diretos em fazer o cálculo. Um deles é descobrir se você pode ou deve investir mais recursos na retenção desses consumidores.
Ele permite, também, que você saiba quais são os tipos de clientes mais valiosos para sua empresa. Nem todos os clientes são iguais, mas descobrir qual grupo mais contribui para o seu negócio fará com que você entenda onde deve investir para maximizar seus resultados.
Como mencionamos anteriormente, existem diversas maneiras de calcular o LTV, umas mais simples e outras mais complexas, que podem requerer a ajuda de um profissional.
Veja, abaixo, um destes modelos de cálculo. Ele utiliza um cliente por vez.
O primeiro passo é escolher um de seus clientes. Pode escolher qualquer um deles, mas começar pelo que mais compra pode ser bem interessante.
O primeiro passo é descobrir o quanto esse cliente gastou nos últimos anos. Em seguida, anote há quantos anos ele compra da sua loja. Agora, multiplique os dois números. Imagine que nosso cliente gastou R$ 6.490,00 no último ano. Ele é cliente da loja há 2 anos.
6490 * 2 = 12980
Agora, subtraia esse total pelo custo de aquisição do cliente. Ou seja, o quanto gastou para que esse cliente viesse a comprar de você. Nesse caso, vamos supor que esse cliente veio por meio de uma campanha de anúncios no Facebook que custou R$ 430,00.
12980 – 430 = 12550
Ou seja, o LTV desse cliente específico é de R$ 12.550. O modelo tem algumas falhas, já que ele considera um cliente estável, que compra com frequência. Por outro lado, é uma maneira de começar a calcular e entender o quanto seus clientes valem pelo tempo que estão comprando do seu negócio.
Você pode repetir o cálculo com outros clientes para, assim, descobrir padrões e grupos específicos de compra.
Gostou do artigo? Então não fique apenas na teoria, comece agora a calcular o LTV! Caso tenha alguma dúvida ou precise de ajuda, é só entrar em contato conosco e nossos especialistas cuidarão de tudo!
Fonte: Abrir empresa simples
]]>Entretanto, é possível usar algumas estratégias para tornar os seus serviços mais interessantes.
Neste texto, você conhecerá 5 técnicas para vender seus serviços para as pessoas certas, além de promover a fidelização dos seus clientes, e, assim, ganhar autoridade no mercado.
Boa leitura!
Você não conseguirá atrair clientes, nem oferecer um serviço de qualidade, sem conhecer seus consumidores. Tenha bem definido qual é o seu público-alvo e averigue quais mudanças você precisará fazer em seu empreendimento para que seja mais atrativo.
Uma boa forma de fazer isso é analisar quais os tipos de pessoas interagem com maior frequência nas redes sociais da empresa e que já compram os serviços oferecidos por você.
Como você vem tratando os seus clientes antes e depois deles terem finalizado uma compra?
Ser educado, responder todas as dúvidas que aparecerem e pedir um feedback do seu atendimento após uma compra fará com que eles tenham uma boa impressão do seu negócio.
De acordo com a Fórum Corporation:
“Cerca de 70% das pessoas que pararam de consumir um produto ou serviço, o fizeram porque tiveram um mau atendimento (tanto por falta de contato quanto por não receberem a atenção desejada)”.
Investir na produção de conteúdos de qualidade na internet para que o seu público seja nutrido e crie engajamento com a sua marca, dessa forma será possível ter clientes fiéis através de uma ótima estratégia que, além de tudo, possibilitará a atração de novos clientes.
O marketing de conteúdo vem ganhando bastante espaço nas campanhas das empresas, pois é uma forma barata e efetiva de tornar um negócio, produto ou serviço conhecido na internet.
Assim como os blogs, as redes sociais são ótimas formas para que a sua empresa seja vista no mundo online. Crie perfis nos sites e aplicativos mais utilizados pelo seu público e comece a produzir conteúdos por lá.
As redes sociais também podem lhe trazer informações valiosas sobre o seu público, como idade, local onde mora, sexo, dentre outras informações. Você também poderá promover um maior engajamento com esses usuários, pedindo feedbacks sobre o seu serviço, por exemplo.
Muitas empresas apostam em oferecer uma “amostra grátis” do seu produto, como trials, ou deixar uma determinada funcionalidade sem custo algum. Também é possível produzir e-books, infográficos e outros materiais que não sejam exatamente o seu serviço, mas que abordem o mesmo assunto e que sejam valiosos para o seu público.
Você poderá disponibilizar esses conteúdos por meio de landing pages, nas quais constam um pequeno formulário, no qual o usuário dará algumas informações sobre ele: e-mail, nome, área de atuação etc. Estes dados também lhe ajudarão a entender melhor o seu público.
Assim, conhecendo essas 5 dicas de como atrair clientes mais propensos a comprar seus serviços, você poderá colocá-las em prática, sempre analisando os resultados e adaptando as estratégias para o seu público-alvo.
Gostou do texto? Então acesse o nosso blog e veja outros conteúdos interessantes como esse!
Se ficou com alguma dúvida entre em contato conosco!
Fonte: Abrir Empresa Simples
]]>Não conseguir administrar corretamente esse setor pode fazer com que os demais fiquem desorganizados ou excedam custos, gerando prejuízo para o seu negócio.
Para que isso não ocorra, confira então, a seguir, 5 dicas sobre como fazer uma boa gestão de projetos industriais, focando nos pontos importantes do empreendimento e evitando assim, desperdícios com funcionários e dinheiro.
Para se tornar um bom gestor, independente da área, é preciso buscar qualificação. Dessa forma, existem diversos cursos online, inclusive gratuitos, que ensinam assim, as principais táticas e técnicas de gestão para que o seu negócio prospere.
Também é importante conhecer bem o mercado em que atua e ter assim, informações sobre seus principais concorrentes, além de possuir diferenciais na sua indústria. Assim, o seu público-alvo escolherá a sua instituição para fechar negócio.
Tenha sempre a mão e de forma atualizada todos os custos da sua indústria, desde os valores pagos para aquisição de matéria prima até itens utilizados diariamente pelos operários.
Com isso, você terá uma boa visão dos investimentos feitos atualmente pela sua indústria e poderá decidir em quais campos poderá haver um corte de gastos sem que a qualidade do produto final seja diminuída.
Uma forma de diminuir os custos de produção é saber gerenciar os seus colaboradores. Maneje-os para áreas que necessitem de mão de obra e não procure focar apenas na linha de produção, já que negligenciar outros setores da empresa poderá trazer problemas e prejuízos futuros.
Apenas parar de gastar não fará a sua empresa crescer: é preciso saber em quais pontos o dinheiro extra deverá ser investido, e uma dessas possibilidades é em tecnologias que otimizem o trabalho dentro da indústria.
Participe de eventos do seu setor e confira quais as novidades, programas e equipamentos você poderá trazer para a sua instituição. Dessa forma, você conseguirá produzir mais em menos tempo, aumentando sua produtividade, e, quem sabe, até reduzir os custos.
Além disso, atualmente existem diversos softwares de gestão que armazenam informações, fazem balanços de gastos, cadastro de funcionários, dentre outras atividades. Assim, grande parte das atividades de gestão serão automatizadas e organizadas no computador, o que otimizará o tempo e permitirá que a sua equipe foque em áreas mais práticas.
Para ter uma boa gestão de projetos industriais, é preciso que todos os dados e informações estejam sempre organizados e com fácil acesso para você e colaboradores que precisem acessá-los.
Assim, você evita perder documentos importantes e permite que todas as áreas da sua indústria consigam atuar em conjunto, o que lhe trará mais resultados e organização interna.
Um gestor industrial precisa se certificar de que todos os processos estão sendo executados da maneira mais produtiva possível, pois um problema em uma etapa pode comprometer toda a linha de produção, gerando atraso na entrega do produto final.
Saiba como manter um equilíbrio entre investimentos e despesas e procure a extrair o melhor resultado com as máquinas e funcionário que já possui. Também dedique um tempo para encontrar possíveis falhas na produção, além de formas de deixar os seus funcionários mais engajados.
Comece a aplicar as dicas desse post para otimizar a sua gestão de projetos industriais. Você notará que seus processos ficarão mais ágeis e os lucros da sua empresa aumentarão.
Gostou do texto? Então confira, aqui no nosso blog, outros artigos que também poderão lhe interessar!
Fonte: Quero Montar uma empresa
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